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Se tem um indicador que faz toda a diferença para o comércio é o rendimento do trabalhador. Afinal, se cresce, é provável que as vendas cresçam. Se cai, é provável que as vendas caiam.

Infelizmente, a notícia não é boa para o varejista paulista. O salário médio do pessoal admitido com carteira assinada no Estado de São Paulo caiu 6,3% de abril de 2021 a março deste ano.

A comparação é com os 12 meses imediatamente anteriores.

O salário médio dos paulistas admitidos com carteira assinada nos últimos 12 meses terminados em março deste ano foi de R$ 2.560. No ano imediatamente anterior, de R$ 2.731.

Os números, corrigidos pela inflação no período, foram levantados por Fábio Bentes, economista da CNC (Confederação Nacional do Comércio).

A fonte de dados é o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que registra o emprego formal no país.

“Houve uma queda forte do salário médio real do celetista paulista, que se acentuou a partir da segunda metade do ano passado, coincidindo com a aceleração da inflação”, diz ele.

Quem mais sofre com a queda de rendimento, afirma Bentes, é o pessoal de menor renda.

A inflação medida pelo INPC, que reflete a inflação das famílias com rendimento médio até seis salários mínimos, subiu 13%, no período.

A inflação medida pelo IPCA, que mede o rendimento de quem ganha até 40 salários mínimos, subiu 12,1%, no período. “São indícios de que a inflação castiga mais quem ganha menos”, diz.

BASE DA PIRÂMIDE

De acordo com levantamento do economista, a oferta de emprego em São Paulo está mais concentrada no pessoal que recebe até dois salários mínimos.

A quantidade de pessoas que recebe até um salário mínimo subiu 6,1% em 12 meses terminados em março deste ano e, de um a dois salários mínimos, 7,3%, no período.

Na faixa de dois salários mínimos a cinco salários mínimos, o volume de pessoas admitidas subiu de 2,1% a 3,2% e, acima de cinco salários mínimos, 2,9%, no período.

“O emprego está crescendo na base da pirâmide.”

IMPACTO NAS VENDAS

Não tem jeito, o impacto da queda do rendimento do trabalhador nas vendas é imediato.

Nos últimos 12 meses encerrados em julho de 2021, período anterior ao da escalada da inflação, as vendas do comércio em São Paulo estavam crescendo 5,6%.

Os dados são da PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), do IBGE.

Nos últimos 12 meses terminados em março deste ano, o crescimento era de 2,4%. “As vendas, portanto, estão crescendo menos da metade do que cresciam há um ano.”

DE OLHO NO NEGÓCIO

De acordo com Bentes, estes números mostram que o lojista precisa ter muita cautela na condução do seu negócio.

Nada indica que a inflação vai ceder e o rendimento vai subir tão rapidamente.

“O fato de as vendas subirem 2%, não significa que o negócio está crescendo 2%. O custo da mercadoria subiu muito mais do que isso.”

É provável que, neste momento, o lojista que atende um público de menor aquisitivo consiga ter um volume maior de vendas. “Mas, de novo, não significa que o lucro também cresce 2%.”

DESAFIOS

A queda da renda e o aumento da inflação têm sido um dos grandes desafios para os lojistas.

“Faz 30 anos que não vivemos um período como este. Ouvimos muito os clientes e começamos a procurar as segundas marcas”, diz Júlio Tadeu Aoki, sócio do Sacolão Da Santa.

Há 25 anos na Vila Mariana, o sacolão passou por uma transformação durante a pandemia, para oferecer também aos clientes uma linha maior de produtos não-perecíveis.

Aoki diz que agora tem em linha quatro marcas de sabão em pó, em vez de trabalhar somente com as líderes de mercado.

“A linha de limpeza foi certamente a que teve mais necessidade de adequação de marcas para atender as necessidades dos clientes.”

O cenário atual também levou a loja, que praticamente dobrou de tamanho, para 1.500 metros quadrados (agora passou a se chamar Da Santa e Muito +),  a trocar de fornecedores.

“Nosso negócio usa muita embalagem, proveniente do petróleo, que subiu muito de preço no último ano. Tivemos de buscar fornecedores mais abertos a negociações”, afirma.

Somente neste ano, os aumentos de custos dos produtos que comercializa no sacolão, diz ele, subiram entre 15% e 20%, no caso de perecíveis e não perecíveis.

O que o consumidor está fazendo neste momento, no caso de frutas, legumes e verduras, de acordo com Aoki, é uma compra muito mais inteligente, para também evitar desperdícios.

“Se é época de caqui, ele compra caqui, já que o preço é menor, em vez de adquirir uma fruta mais cara que não é da época.”

Aoki diz que é nítida a substituição de produtos dentro da cadeia de produtos, especialmente no caso de frutas, legumes e verduras, que são produtos sazonais.

São detalhes que no dia a dia, diz ele, o lojista precisa prestar muita atenção para não correr o risco de ver produto encalhar ou faltar na gôndola.

Fonte: Diário do Comércio


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